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Turismo tem retomada gradual no Brasil

Uma das atividades mais prejudicadas nesta pandemia foi o turismo. A pandemia e o confinamento em boa parte do mundo causaram perdas de US$ 320 bilhões para o turismo mundial entre janeiro e maio - apontam dados divulgados em julho, pela Organização Mundial de Turismo (OMT). Entre os principais perigos para o setor, a entidade cita "o aumento do vírus e o risco de novos confinamentos", além da situação de "ponto morto" na China e nos Estados Unidos, dois dos principais mercados provedores de turistas. A organização alerta para a possível destruição "de 100 milhões a 120 milhões de empregos diretos" no setor.

Mas, aos poucos, as coisas estão voltando ao normal, ou ao “novo normal”. Já estamos com mais de 40% da malha aérea em funcionamento e a previsão é que até o final do ano, ainda mais voos voltem a decolar e pousar no país. Em agosto, metade das operadoras de turismo brasileiras vendeu viagens para os meses de novembro e dezembro deste ano para destinos no Brasil e exterior, segundo balanço divulgado pela Associação Brasileira das Operadoras de Turismo (Braztoa). 

O destino que tem sido vendido com mais frequência é o Nordeste. Em seguida, estão Sudeste, Europa, Sul, Centro-Oeste, Norte, América Central/Caribe, América do Sul, América do Norte, Ásia, Oceania e África. No exterior, os embarques mais vendidos são para Portugal, Itália, Cancún, Punta Cana, Orlando, Miami, Maldivas, Argentina e Peru.

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